Tratado de Vestfália – Fim da guerra e Direito internacional


Tratado de Vestfália

O curso da Guerra dos Trinta Anos foi bastante acidentado. Os protestantes foram inicialmente derrotados (1620), mas, em 1625, a Dinamarca, temendo o poderio dos Habsburgo, invadiu o norte da Alemanha, tendo sido vencida em 1629 por Fernando 11, imperador do Sacro Império. Em 1630 o rei Gustavo Adolfo da Suécia liderou os príncipes protestantes alemães na luta contra Fernando. Foi morto em Lutzen (1632), embora suas forças vencessem a batalha.

Em 1634, porém, o rumo da guerra mudou, favorecendo mais uma vez o Sacro Império; os Estados alemães assinaram então a Paz de Praga (1635). Mas a França, desejando evitar a vitória do Sacro Império, entrou no conflito ao lado dos suecos. O teatro da guerra ampliouse então para os Países Baixos, a península Ibérica e a Escandinávia, envolvendo quase toda a Europa.



Franceses, suecos e o Ducado de Saxe-Weimar saíram vencedores. As negociações de paz começaram em 1640, mas a guerra continuou até o Tratado de Vestfália (1648) e, entre a França e a Espanha, até a Paz dos Pireneus (1659). O Sacro Império saiu da guerra arrasado; a Áustria começou a declinar e a França de Luís XIV – cogno- minado “Rei-Sol” – emergiu como a maior potência européia.

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