Arte Grega: Arquitetura, Estátuas, Escultura, Teatro e Poesia

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A Arte grega com certeza foi um marco para a história da humanidade, revolucionando a arte e trazendo diversas coisas novas a este mundo. Continue lendo nosso artigo para saber a influência da Arte Grega no mundo moderno.

Estátuas e Esculturas

Observando a evolução da escultura helênica, pode-se obter um painel do desenvolvimento das instituições sociais da Grécia Antiga.

Quando as cidades Estado estavam ainda em formação, as estátuas refletiam a importância da religião nas atividades sociais.

São dessa época as estátuas que representam koré (moças) e kouros (rapazes), jovens participantes de cerimônias religiosas ou atletas de jogos em honra aos deuses.

As estátuas em que as formas humanas aparecem como um modelo ideal são do período da democracia. Mesmo correspondendo a cenas mitológicas, põem em relevo a intervenção do homem na história.

Já a escultura dos remos helenísticos tem como principal característica o ecletismo. Embora mantendo a tradição da arte grega clássica, revela a influência plástica e religiosa dos povos asiáticos submetidos por Alexandre Magno e “helenizados”, o que resultou num estilo internacional e erudito.

Arquitetura

Três estilos arquitetônicos, o dórico, o jônico e o coríntio, podem ser identificados a partir das diferentes características dos templos gregos. A coluna era formada por três partes: base, fuste e capitel. Ela é construída através da superposição de blocos.

Se todos esses blocos fossem do mesmo. tamanho, por uma ilusão de óptica a aluna nos pareceria mais estreita no centro. Para evitar isso, usa-se o recurso da êntasis, um alargamento da parte inferior do fuste.

Como vemos na ilustração abaixo, o centro de gravidade (V) e o centro da coluna não coincidem na base. A inclinação dos perfis laterais dá elegância e leveza à construção.

Teatro e a Arte Grega

As primeiras obras teatrais de relevo a surgirem na Grécia Antiga lorani algumas tragédias representadas em Atenas no século VI a.C.

Nessa fase inicial, mais do que ser uma atividade de Arte Grega, o teatro se relacionava ás práticas religiosas. As tragédias faziam parte das festas em homenagem ao deus Dion isso nas quais era comemorado o retorno da primavera e a nova fertilidade dos campos.

No século seguinte, a tragédia sofisticou-se e despontou como gênero relativamente autônoino. cada vez mais distante tias festividades religiosas.

Nessa mesma época surgiu um novo gênero teatral, a comédia, cujo nome deriva de komós ( banquete). Gênero por princípio mais descontraído, a comédia dedicava-se fundamentalmente à crítica política, social e de costumes.

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Regras

À medida que o teatro foi se consolidando como arte, surgiram regras para nortear a criação. Exigia-se. por exemplo. que o autor utilizasse mimesis, ou seja. que os fatos apresentados em cena tossem verossímeis. possíveis de ocorrer na vida real. Contexto que enriquecia muito a Arte Grega.

Coro e Platéia

t público sentava-se nas escadarias, e entre a platéia e o palco havia uma área semicircular denominada orquestra. Mas não era, como parece à primeira vista, o lugar dos músicos: estes se colocavam nas laterais.

Na orquestra ticava o ”coro”, parte integrante da melhor produção teatral na Grécia. Formado por doze ou catorze jovens. Assim, incentivando os jovens a entrar neste mundo da Arte Grega.

Utilização de máscaras

No palco movimentavam-se geralmente dois atores de cada vez; só em casos excepcionais havia três ou mais atores em cena. Esperava-se um desempenho extraordinário dos protagonistas.

O texto, todo composto em versos, devia ser declamado como uma espécie de meio-canto acompanhado por música (o que hoje chamamos “recitativo”): algumas partes eram literalmente cantadas.

Para serem vistos por todos, os atores vestiam urna espécie de armadura e calçavam tamancos altíssimos, chamados coturnos, que aumentavam sua altura em cerca de meio metro.

As roupas de cena eram pesadas e sem elasticidade e uma enorme máscara que escondia o rosto completava a caracterização.  Uma importante marca da Arte Grega.

Poesias

Homero inaugurou um novo gênero de poesia na literatura ocidental. E a poesia épica, também chamada poesia do “coletivo”, que conta de maneira grandiosa os feitos, as histórias e as tradições de todo um povo, um ponto crucial da Arte Grega.

Mesmo ilustrada por gestos de grandes heróis, essa narrativa sempre registrava a importância dos hábitos cotidianos, costumes que identificam a cultura. Um bom exemplo dessa característica é o poema de Hesíodo, Os Trabalhos e os Dias.

Nessa obra Hesíodo conta uma série de mitos e fábulas tradicionais da Grécia, dando ênfase aos provérbios e preceitos para a vida prática.

Como estes, por exemplo: “Alimenta bem teu cão para que te defenda dos ladrões”; ou “Ajuda teus vizinhos para que eles também te ajudem”.

O plano geral da obra trata das atividades anuais do homem na agricultura, navegação e outras áreas. Dentro desse espírito, muitos autores foram adotados nas escolas e a poesia tornou-se um verdadeiro instrumento de educação popular.

Veja-se, por exemplo, o caso do poeta Tirteu, cujos cantos (as poesias dessa época eram musicadas como as nossas canções) acompanhavam o treinamento dos soldados espartanos. Esses cantos também eram entoados na iminência de uma batalha, na celebração das vitórias ou mesmo das derrotas honrosas.

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Arte Egípcia: Pirâmides, Escultura, Arquitetura e Pintura

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É a partir da compreensão da importância que a religião assumia no Egito Antigo que se pode entender a arte do povo egípcio.

Toda a produção de Arte Egípcia estava subordinada à pessoa do faraó, e tudo que lhe dizia respeito era sagrado. A arte egípcia é, portanto, uma arte sacra, regulada por normas religiosas que foram obedecidas durante milênios, para evitar, segundo a crença desse povo, a ira dos deuses.

Pirâmides significado

A primeira dessas grandes construções foi a pirâmide de Zoser, faraó que iniciou o Antigo Império (2686-2181 a.C.). Sua estrutura baseou-se na forma mastaba – túmulo em forma de trapézio repousado numa base retangular onde costumavam ser enterrados os governantes.

Sobre essa mastaba-base, ergueram-se outras, em tamanho decrescente, sugerindo uma edificação em degraus. Seu autor – o arquiteto Imhotep – foi divinizado após a morte.

A pirâmide de Zoser foi a primeira construção egípcia de grandes proporções em que se empregou a pedra como elemento estrutural predominante; e foi também a origem das outras que se tomaram a marca registrada do Egito: as pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos, edificadas na IV dinastia, em Gizé.

A pirâmide simboliza o encontro do deus com o homem: seu vértice representa o ponto em que os deuses descem para se unir aos homens e o lugar ao qual os homens ascendem para chegar aos deuses.

Arte Egípcia e suas Características

A Arte Egípcia era anônima, intervindo na sua elaboração vários artistas e artesãos. A ênfase era dada ao conhecimento perfeito dos cânones (regras) e das técnicas, e não ao estilo pessoal ou à engenhosidade individual do artista.

As convenções que norteavam a pintura e a escultura eram rígidas. Entre os preceitos a obedecer estavam o da frontalidade (as imagens deviam ser contempladas apenas de frente) e o do uso das cores.

A água, por exemplo, tinha de ser sempre representada em azul ou com linhas negras em ziguezague; o corpo dos homens em marrom e o das mulheres em amarelo. A estátua destinava-se a perpetuar a presença de um deus ou de um homem.

Devia ser tão real quanto o modelo, mas retendo sobretudo a imagem estática desse presente efêmero. As esculturas dos mortos serviam para que o ka, essência espiritual, reconhecesse o local da sepultura do seu corpo, para apoderar-se dele e continuar a viver no outro mundo.

No faraó, além dos traços individuais, estão expressas a imponência e a majestade inerentes à sua posição. A pintura teve que se haver com o problema de reproduzir as três dimensões sobre uma superfície que tem apenas duas.

Estátuas

O corpo humano é separado em partes e cada uma (cabeça, tronco e membros) é representada da maneira que parecia mais expressiva ao artista.

Cabeça, pernas e pés são colocados de perfil e o corpo, de frente; uma verdadeira torção do pescoço é feita para tentar conciliar as partes do corpo em posição pouco natural. A profundidade de campo e a perspectiva eram desprezadas.

As figuras eram postas no mesmo plano ou superpostas; os personagens importantes apareciam em tamanho maior. A “lei da frontalidade”, nome que os estudiosos deram a esta constante representação das figuras, conservou-se durante praticamente toda a civilização egípcia.

O argumento de que o artista retratava a figura desse modo por dificuldade técnica é infundado. Os animais e a vegetação são mostrados de forma naturalista, com todos os recursos da descrição em três dimensões: são pássaros em plena rei voada e plantas em exuberante desordem.

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Arte mesopotâmica – Arquitetura, Escultura e Características

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Enquanto os povos da Europa só conheciam a pedra polida, no Oriente Próximo desenvolviam-se importantes civilizações. A história da Mesopotâmia  é a de um conflito permanente entre populações que se alternaram no domínio sobre a região. A Arte Mesopotâmica é em sua quase totalidade de cunho religioso.

A religião, a magia e sua prática arraigavam-se na vida cotidiana com força de lei: qualquer transgressão às normas acarretaria o castigo divino.

Cada construção e cada objeto da Arte mesopotâmica têm características próprias, que as diferenciam da arte de outros povos igualmente religiosos. São essas característica que revelam o espírito da antiga Mesopotâmia.

Arquitetura na Arte Mesopotâmica

Uma das primeiras manifestações da arquitetura suméria foi o Templo Branco, construído em Uruk, erguido sobre uma montanha artificial de 12 m de altura.

Seu objetivo era aproximar o céu e a terra, ligando os homens à divindade. No império acadiano essa plataforma artificial desapareceu.

Entretanto, algumas criações sumérias influenciaram os vários períodos da arquitetura da Arte mesopotâmica: o emprego da abóbada, o uso do tijolo cru como único material para as edificações è o zigurate – torre de sete andares decrescentes, coroados no topo por uma capela.

O zigérate mais famoso é a torre da Babilônia, a “torre de Babel” mencionada na Bíblia. De modo geral, os palácios formavam um conjunto maciço, sem janelas para o exterior; os aposentos dispunham-se em torno de um pátio interno, prática mantida durante milênios no Oriente Médio.

As paredes internas eram revestidas de pintura, como, por exemplo, o palácio de Mari, construído na época dos novos remos sumérios. Suas paredes ilustram episódios marcantes da vida do rei.

Construções

Primeiro, foram as muralhas erguidas ao redor da Babilônia, capital do seu reino; depois, os palácios construídos com um luxo sem precedentes.

Ao portentoso palácio real, na margem esquerda do Eufrates, achavam-se ligados os jardins suspensos, que os antigos consideravam uma das sete maravilhas do mundo.

Nabucodonosor os construíra, diziam, para que sua esposa não sentisse saudades das montanhas da Média, sua pátria (a noroeste do Irã atual).

As muralhas eram tão largas que, sobre elas, realizavam-se corridas de canos. Mais famosas ainda eram as portas, cada uma dedicada a uma divindade e ornamentadas com grandes figuras em relevo.

O Casinho das Procissões e a porta azul de Ishtar eram decorados com figuras em cerâmica esmaltada. A porta encontra-se no museu de Berlim, mas suas cores desapareceram. Curiosamente, as escavações arqueológicas revelaram que os célebres jardins suspensos eram bastante modestos.

Características

Muitas obras de escultura da Arte mesopotâmica se perderam por terem sido executadas em argila. Estátuas de pedra ou outros materiais mais resistentes são raras, e representam sempre a realeza ou altos dignitários.

Nas esculturas mais antigas, os padrões de elaboração eram rígidos: nariz em forma de bico, globo ocular indicado por uma concha, pupila em lápis-lazúli, cílios marcados com um risco preto.

Os trajes convencionais distinguiam as figuras femininas das masculinas: na época dos sumérios, o homem cobria-se até a cintura, enquanto a mulher deixava nus apenas o braço e o ombro direitos.

De modo geral, as esculturas destinavam-se a substituir a presença da pessoa representada, no templo. Por essa razão, as figuras, na maior parte das vezes, encontram-se em posição de adoração.

Esse rigor formal pode ser observado nas placas fúnebres que acompanhavam o mono ao túmulo, narrando em pedra ou argila os acontecimentos mais importantes da sua vida.

Como era preciso colocar figuras de três dimensões numa superfície de apenas duas, a imagem sofria um rígido processo de distorção: cabeça, pernas e pés eram representados de perfil; o busto, de frente. Essa dissociação recebeu o nome de “lei da frontalidade” e marca todas as épocas da arte mesopotâmica.

Convenção de Liberdade

Um dos raros testemunhos da pintura da Arte mesopotâmica foi encontrado no palácio de Mari, descoberto entre 1933 e 1955; Embora as tintas utilizadas fossem extremamente vulneráveis ao tempo, nos poucos fragmentos que restaram é possível perceber o seu brilho e vivacidade.

Essa descoberta foi notável porque Mari aparentemente desenvolveu, uma coisa diferente de outras Arte mesopotâmica.

Apesar de conservarem algumas convenções – como a “lei da frontalidade”, seus artistas executaram algumas figuras sugerindo movimento, o que prova que os artistas possuíam uma técnica talvez superior à que lhes era permitido demonstrar.

Artistas

Não se conhece o nome de nenhum artista mesopotâmico. As obras eram executadas em grandes ateliês anexos aos palácios por uma coletividade de pessoas que, na escala social, se encontravam no mesmo nível dos artesãos.

No Código de Hamurabi, arquitetos e es- cultores são mencionados ao lado de ferreiros e sapateiros, ou seja, constituíam a terceira classe da sociedade mesopotâmica.

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Arte Pré-Histórica: Pintura Rupestre e Características

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Existem milhares de exemplos de pinturas na Arte pré-históricas, encontradas em Centenas de cavernas. Dessas, as mais importantes são as de Niaux, Font-de-Gaume e Lascaux, na França; e as de Altamira, na Espanha.

Elas pertencem à cultura do homem do Paleolítico Superior (cerca de 50 000 a 10 000 anos atrás). Não fossem os terremotos e deslocamentos menores de terra, que acabaram fechando a abertura das grutas – e salvando, com isso, as pinturas da ação destrutiva das intempéries , todos esses trabalhos teriam se perdido.

Pintura Rupestre

As tintas, de base orgânica, não resistem à ação dos microrganismos que se desenvolvem em determinadas condições de umidade.

Os pigmentos usados nessas pinturas foram extraídos de óxidos minerais, ossos carbonizados, carvão vegetal e, possivelmente, sangue dos animais abatidos.

O primeiro pincel foi o dedo; mas há indícios posteriores da utilização de pincéis feitos de penas e pelos de animais: são os primeiros recursos técnicos do ”artista” pré-histórico.

Porém o que mais intrigou os estudiosos foi a verdadeira função da Arte Pré-Histórica rupestre (arte pré-histórica das cavernas).

Várias teorias surgiram: a que atribuía a essas pinturas um caráter ornamental; a que via nelas apenas uma necessidade de expressão artística e, finalmente, a que lhe atribuía uma intenção mágica.

Considerando-se que as pinturas foram executadas nas paredes mais inacessíveis das galerias, as duas primeiras hipóteses estavam descartadas.

Restou a última, que, ainda hoje, é a mais aceita: essa pintura serviria como técnica mágica para a obtenção de alimentos.

Como as culturas que produziram esse tipo de Arte Pré-Histórica viviam predominantemente da caça e da coleta, deduz-se que o caçador, ao pintar um bisão, acreditasse estar facilitando a sua captura, ou seja: a arte-magia significava para os povos caçadores a garantia de êxito na próxima caçada, condição necessária para a sua própria sobrevivência.

Características

O tema tratado nas pinturas das cavernas são os animais: cavalos, vacas, bisões, muitos em tamanho natural e todos de corpo inteiro. As representações humanas e de plantas são raras.

O desenho, de modo geral, é firme, e o artista era hábil em realçar a força, a tensão e o movimento, dramatizando-os num notável trabalho de observação.

A escultura também ocupou o tempo dos homens das cavernas: figuras femininas, de pedra ou marfim, foram encontradas às centenas entre os trabalhos do homem do Paleolítico Superior, sobretudo do chamado período aurignaciano (Lascaux).

As estatuetas, de modo geral, mostram mulheres de grandes seios, ventre saltado e nádegas enormes. Esse ternário constante e limitado – mulheres e animais para alguns estudiosos é perfeitamente lógico, pois tanto um quanto o outro eram indispensáveis ao homem primitivo.

Os animais garantiam a sua subsistência; as mulheres representavam a continuidade da sua descendência. Os arqueólogos denominaram as estatue- tas femininas de vénus, acreditando que elas correspondiam a um ideal de beleza do homem pré-histórico.

Na realidade, como na pintura mágica, o artista talvez quisesse apenas ressaltar as características da fertilidade feminina: por isso acentuava-lhes os volumes.

Documentando a vida nas paredes

Durante cerca de 8 000 anos – de 10 000 a 1 700 a.C. – desenrolou-se outro capítulo da aventura humana: o período Neolítico.

O homem tomou-se sedentário: domesticou algumas espécies animais, substituiu a caça pelo pastoreio e passou da coleta à agricultura.

A cerâmica, característica comum das comunidades neolíticas, tem uma estreita relação com a agricultura, pois destinava-se ao armazenamento de alimentos. A princípio, a função, o tipo de argila e de cozimento determinavam a cor e o modelo do recipiente.

Mas, progressivamente, o ceramista descobriu que o fogo, alimentado por troncos e gravetos secos, podia dar aos objetos tonalidades amareladas, róseas ou esverdeadas; aos poucos. o “artista” aprendeu a controlar esses efeitos, utilizando-os para embelezar a obra.

Na pintura, a grande inovação foi o aparecimento da figura humana. A Arte Pré-Histórica perdeu o caráter mágico: as pinturas não mais se abrigavam no fundo das cavernas.

Mas em plena luz, logo na entrada das grutas, feitas para serem vistas. O desenho rápido e esquemático substituiu a perfeita representação da realidade (naturalismo) do Paleolítico.

O pastoreio, a agricultura e a guerra – cenas da vida cotidiana – foram os temas da pintura neolítica. Os poucos exemplos da escultura desse período são ídolos de pedra ou terracota, representando a mulher como a deusa-terra ou deusa-fecundidade.

Tal como na pintura, o naturalismo está ausente. A Arte Pré-Histórica, para o artista, não era mais uma cópia, mas um meio de interpretar a realidade.

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Imagem-  arqueologiamericana.blogspot.com.br