Arte Romana – Anfiteatro, Arquitetura e Características


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Em suas origens, a Arte Romana foi um “item” da pauta de importações, ou seja. uma espécie de artigo de luxo que vinha de fora.

Foi, de fato, após a conquista da Grécia, no ano 146 a.C., que se verificou, no campo das artes, uma verdadeira injeção de vitalidade e beleza.



O Anfiteatro na Arte Romana

O anfiteatro é unia construção típica da arquitetura da arte romana, onde se realizavam sobretudo lutas de gladiadores.

Essa construção, é constituída por unia arena central, geralmente elíptica, destinada aos espetáculos e às lutas e circundada por um muro (podiam), a partir do qual se estendem as arquibancadas reservadas aos espectadores (cavea).

O acesso às arquibancadas se fazia através de escadas internas e corredores que desembocavam em túneis (vomitoria).



Em torno da arena e sob ela ficavam as áreas reservadas aos gladiadores, às feras e à pane de serviço da grande construção.

Uma imensa tela (velarium), fixada em pilastras colocadas no alto do anfiteatro, protegia os espectadores da chuva e do sol. O anfiteatro mais antigo de que se tem noticia é o de Pompéia (ano 80 a.C.), construído sobre uma vala natural.

Pouco a pouco essas construções começaram a assumir características monumentais, com escadarias sustentadas por arcadas duplas (como o anfiteatro de Nimes. na França), ou triplas (como o anfiteatro de Verona), até chegar a ter quatro andares sobrepostos.

Arquitetura e Características

Catão, do mesmo modo que muitos outros austeros cidadãos romanos, teria preferido que seus conterrâneos continuassem simples e despojados como nos primeiros tempos.

Mas os romanos, nesse campo como em outros, deram provas do seu decantado realismo: da arte grega tomaram e assimilaram os elementos que mais bem se adaptavam ao seu temperamento e às suas necessidades, a exemplo do que tinham feito antes com a arte etrusca e do que fariam posteriormente com a arte romana.

E fizeram-no com bom senso e com bom gosto. Naturalmente, em suas produções artísticas, os aspectos predominantes são essencialmente técnicos e práticos.

Nesse sentido, a arquitetura da arte romana, onde o elemento estético – o belo – mais bem se concilia e se funde com os aspectos utilitário e funcional, foi a forma de arte preferida pelos romanos, que criaram edifícios característicos e originais, destinados a permanecer.

Entre eles destacam-se as pontes e aquedutos (alguns dos quais estão ainda em Funcionamento). termas e basílicas (que se eternizaram na arquitetura cristã).



Enfim, pode-se afirmar que os romanos, ainda que conquistadores no plano militar, foram conquistados no plano artístico, mas conseguiram ir além da mera cópia: ao contrário, desenvolveram suas formas próprias e legaram-nas às civilizações que os sucederam.

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Imagem- resumoescolar.com.br