Arte Bizantina: Arquitetura, Mosaico e Características


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O apogeu de Bizâncio corresponde à época de afirmação da Igreja cristã. Constantino tornara o cristianismo a religião oficial do Império Romano, e essa passagem da clandestinidade à oficialização iria refletir-se intensamente na arte. Assim estaria para nascer a Arte Bizantina que conhecemos hoje.

Características da Arte Bizantina

A mudança mais significativa foi a perda de seu caráter popular: as catacumbas, que ocultavam modestas criações, fruto da humildade pregada pela nova religião, cederam lugar a uma arquitetura monumental, decorada com fausto.



A noção de pobreza foi substituída pela concepção imperial de ostentação. A arquitetura procurou uma síntese entre as formas clássicas e os princípios cristãos.

Nas paredes. profusamente decoradas, o mosaico passou a ter unia função básica como elemento ornamental. Essa orientação iria converter-se num estilo novo, a partir do século IV.

Verdadeiras fortunas foram despendidas pelos cofres reais na construção de igrejas de grandes dimensões e luxuosa decoração.



A Igreja de Santa Sofia, projetada e executada pelos arquitetos Antêmio de Traias e Isidoro de Mileto entre 532 e 537 constitui a realização máxima da arquitetura de Bizâncio. Por muito tempo ela serviu de modelo para outras construções religiosas.

Santa Sofia Arquitetura

Sophia em grego significa “sabedoria”, e a igreja foi dedicada, por Justiniano, à sabedoria divina. A planta tem a forma de cruz grega, ou seja, quatro braços iguais.

A enorme cúpula, constituída por quatro grandes arcos que se apoiam sobre altos pilares, é circundada por quatro semicúpulas.

Segundo um antigo historiador, a nave central parece estar “suspensa no céu por um cordão de ouro”. Seu exterior despojado é o invólucro de um interior profusamente decorado por mármores e mosaicos.

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Imagem- todamateria.com.br